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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

A TOP Gisele Bündchen, arrasa e atribui seu sucesso a sua personalidade

#RIO2016

Depois de desfilar com um vestido deslumbrante em uma passarela de 128 metros na abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016, Gisele Bündchen virou destaque nos jornais e um dos assuntos mais comentados das redes sociais.

O vestido, um longo, prateado, com uma cauda sereia, decote e uma super fenda frontal do estilista brasileiro Alexandre Herchcovitch, na abertura das Olimpíadas Rio 2016 impressionou mais de 3 bilhões de espectadores em todo o mundo na noite desta sexta-feira, 5 de agosto. A elegância que deixou o mundo com a respiração ofegante, e levou a própria modelo às lagrima, após encerrar o desfile que ficará para a eternidade. 

A participação da modelo na abertura da maior competição esportista do planeta foi muito comentada, com passos firmes Gisele desfilou na passarela montada no Maracanã, ao som de “Garota de Ipanema”, cantada por Daniel Jobim, neto de Tom Jobim.

Gisele revelou que mesmo passando muita segurança, ela estava com medo de cair na passarela que considerou a mais longa de toda sua carreira, porém, que se sentiu muito feliz e grata por estar vivendo aquele momento único.

Ela faz jus aos elogios e ao sucesso que tem, a TOP, merece ser  admirada e idolatrada, prova disso foi a resposta que a gaúcha deu em uma recente entrevista à emissora americana "CBS".
Ao ser questionada se seu sucesso seria decorrente de sua "aparência", Gisele não deixou o entrevistador encerrar sua pergunta, pois sua pronta resposta o surpreendeu.  A modelo atribui a sua personalidade a responsabilidade por ser o ícone que é.

Em outro trecho da conversa, Gisele exemplifica como se dedica 100% a exatamente tudo o que se propõe a fazer: "Se vou limpar meu apartamento, você depois poderá comer no chão". Confira:

Show de Lucas emocionou na abertura das Olimpíadas, mas foi voluntario



O show de inspirar e respirar Brasil,  Lucas apresentou-se voluntariamente ao lado do percussionista Wilson das Neves, ele vive no morro do Bangu, uma das favelas mais perigosas do Rio de Janeiro,  segundo divulgado na imprensa, ele não recebeu nem ingressos para assistir aos jogos olímpicos,  “A performance do Thawan foi voluntária e seria um gesto no mínimo agradável ter oferecido ingressos de cortesia como recompensa. Não podemos pagar, portanto não iremos a nenhum jogo”, afirmou a avó da criança, Solimar Andrade Ramos.


Lucas, participou do programa Encontro de Fatima Bernardes,  e a agenda dele esta bastante complicada uma vez que ele vem cedendo inúmeras entrevistas à mídia brasileira, após sua apresentação. Fatima perguntou a ele se seria sambista ou passista e ele respondeu ‘coreógrafo’, surpreendendo a apresentadora.

ELA É OURO, agora o sonho é comer e conhecer a lanchonete da Vila dos atletas.


Assim que subiu ao pódio dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, foi ovacionada pela torcida que cantou junto com ela o hino nacional, Rafaela desceu para falar com dezenas de jornalistas que a esperavam. Quando foi perguntada sobre o que queria fazer agora que era campeã olímpica, respondeu rápido: “Agora eu só quero comer. Estava segurando o peso”. Seu objetivo, ela disse, era conhecer a lanchonete da Vila dos atletas.

Depois de sair da Arena Carioca 2, onde ganhou suas cinco lutas na Olimpíada, ela começou a maratona que todo medalhista olímpico brasileiro deve enfrentar. Ela só chegou à Vila Olímpica perto das 3h da manhã, após participar de quatro programas diferentes. Sabe o que ela comeu nesse meio tempo? Dois hambúrgueres, comprados pela equipe de comunicação da CBJ (Confederação Brasileira de Judô) na lanchonete que atende aos jornalistas na Olimpíada.

A lanchonete da Vila, aquela que Rafaela Silva, está ansiosa para conhecer, estava fechada. E ainda não tinha aberto quando ela saiu, às 9h da manhã, para mais uma maratona. Rafaela foi para o Espaço Time Brasil, um pavilhão montado pelo COB (Comitê Olímpico do Brasil) em um shopping na Barra. Lá, mais entrevistas e fome. “Eu não consegui nada ainda. Só bebi água e suco. Acordei com o pessoal batendo no quarto, querendo abraçar, ver a medalha”.


Mas como vida de campeã olímpica é bem mais complicada do que todo mundo imagina, Rafaela não estava liberada para fazer o que quisesse após mais esse compromisso. Depois de deixar o espaço do COB, era hora de atender aos patrocinadores e mais jornalistas, lá  foi ela para o centro do Rio de Janeiro, em um hotel, para dar mais entrevistas e se encontrar com representantes das empresas que bancam a CBJ.  No dia seguinte, ela tinha agendadas dez entradas aos vivo na televisão, aja fôlego, e o sonho de conhecer aquela lanchonete da Vila dos Atletas, em que ela poderia comer à vontade e não pagar nada, estava longe da campeã olímpica.

O invencível Michael Phelps chega ao 21º ouro

#Rio2016

Impossível não encher de orgulho brasileiro ou não, americano ou não, ele é ouro assim simplesmente, o multimedalhista na natação Michael Phelps conquistou sua segunda medalha de ouro nos jogos do Rio de Janeiro e sua 21ª em olimpíadas com a vitória da equipe americana no revezamento 4x200 metros, na noite de ontem (9). Na mesma noite de ontem ele também conquistou os 200 metros borboleta. Com as duas conquistas ele amplia seu recorde histórico de vitórias em olimpíadas.
O título elevou o total de medalhas do nadador a 25 e também ajudou seu companheiro de equipe Ryan Lochte a chegar a 12 medalhas, número que só Phelps ultrapassa se considerados todos os nadadores e nadadoras da história.
Os Estados Unidos venceram esta prova em sete das últimas nove edições dos jogos olímpicos, e a equipe contava também com os nadadores Conor Dwyer e Townley Haas.  Os britânicos ficaram na segunda posição e os japoneses, na terceira. Mais cedo, com a vitória nos 200 metros borboleta, Phelps,  com  31 anos e 40 dias, se tornou o nadador mais velho da história a vencer uma prova individual.